sábado, 13 de dezembro de 2008

Tudo Mudaa!


Nada está parado. Tudo está em constante mudança. Nada permanece, pelo menos não aqui. Mas, como para toda regra há excecões, existem sim coisas que ficam. Nossos espíritos permanecem. Resistem à vida, ao tempo. São eternos.
O que pensamos e sentimos muda com o tempo. Sim, fazem parte das coisas que se transformam. Há também outra coisa que permanece. Os relacionamentos que construimos.

Todas as pessoas que conhecemos, por mais que o tempo passe, sempre estarão ligadas a nós. Pois elas fazem parte de nossas memórias, e fizeram parte do nosso aprendizado e crescimento aqui. Todas as pessoas que conhecemos tiveram uma parcela no nosso crescimento pessoal, de graus menores a graus maiores. Logo, essas memórias, esses laços que nos ligam, fazem com que nunca estejamos realmente isolados um do outro. Laços que vão além da hereditariedade, além da raça e da espécie. São ligações que nos unem através das emoções, das experiencias interpessoais, dos amigos e dos inimigos, dos cônjuges e dos filhos…
Considerando esses laços que temos com as pessoas da nossa vida, e tudo o que aconteceu entre nós e elas, e tudo o que aprendemos com elas, tudo isso faz com que esses laços tenham um significado maior do que apenas uma conexão. Nós devemos a essas pessoas parte do nosso desenvolvimento. E elas, por sua parte, também tem determinada obrigação para conosco, pois também as ajudamos a crescer. O mais interessante disso é que até os inimigos nossos nos ajudaram a crescer, pois nos ensinaram diversas lições que os amigos não seriam capazes de nos ensinar. Nisso, é perceptível a beleza e singularidade com que Deus nos pôs neste cenário aqui. Ele nos pôs aqui para que aprendêssemos uns com os outros e fôssemos tolerantes entre si… para aprendermos a reconhecer nossas fraquezas e notar como a força do grupo é superior à força do indivíduo. Aliás, é impossível ser solitário estando aqui. A nossa condição nos faz buscar por companhia, por ajuda, por troca. Ele nos pôs aqui, talvez, para percebermos como somos iguais, e que isso vai além das aparências…
Ao chegarmos nesse ponto de entendimento, é facil deduzir em que ponto podemos chegar. Chegaremos, quando estivermos prontos, à dissolução de todo e qualquer preconceito que tenhamos para com o próximo. Entenderemos como somos todos irmãos, companheiros de jornada, Peregrinos da Vida, por assim dizer, num longo Caminho, que um dia, nos conduzirá à Luz e à Força interior que todos possuímos…. e daí estaremos completos, felizes, realizados com a Vida. Isso virá com o tempo. Se ainda não é possível entender tudo nesta vida, imagine então entender a próxima. As coisas tem seu próprio ritmo, sua cadência, sua frequência certa de ocorrer… e isso nos leva a outro pensamento… de que nada é por acaso, ou coincidência… mas isso já é assunto para outra oportunidade.

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008


Eu sei que ainda faltam alguns dias pro natal, mas o momento de refletir sobre o assunto é agora e não depois da festa. Não sei o porquê, mas no natal todo mundo fica com o coração ‘mais mole’, mais gentil.O natal “deveria” ter um significado maior, uma coisa mais emocional, mas o natal foi transformado em uma coisa materialista.A mídia nos passa mensagens de paz, de amor, mas também coloca em nossas mentes o consumismo. Nos mostras aquelas pessoas lindas e bem vestidas, as mesas fartas, pessoas alegres e felizes, mas não mostram as crianças debaixo dos viadutos pedindo esmola, chorando pedindo pra mãe um pedaço de pão.Essas crianças, ao contrário dos filhos dos riscos, aprendem muito cedo que PAPAI NOEL NÃO EXISTE! Será que o papai noel levou tantos presentes para aquele menino que já tem de tudo e esquece de levar um pão para aquele outro que tem dias que não come ? Eu acho que o papai noel não é tão bom velhinho assim!No natal é que as famílias se reúnem, esquecemos dos problemas, das desavenças. Mas devíamos pensar no próximo também e não só no nosso ciclo social.Não adianta negar, no natal o nosso maior objetivo são os presentes, a festa, as comidas, as roupas, os amigos... Estamos tão preocupados com nosso penteado, com a roupa que vamos usar, com a sobremesa que vamos servir que esquecemos das pessoas que não vão ter nem o arroz e feijão para comer nesse dia.Aí tem aqueles que sempre falam: “bom, mas eu não posso mudar o mundo, não posso fazer com que todos tenham o que comer nesse dia”. Mas não é preciso que você mude o mundo, fazendo pouco você já pode mudar um pouquinho dessa realidade que nos atormenta.Geralmente quando fazemos essas festas natalinas, queremos convidar nossos amigos, pessoas “chiques”, bem vestidas, enfim, pessoas que tem as mesmas condições que nós, pessoas que também podem dar uma festa igual, ou melhor, que a nossa.Mas nós nunca pensamos em convidar aquele vizinho que passa dificuldades, ir a um orfanato fazer uma festa pras crianças, convidar aquele menininho que te pára no sinal oferecendo doces todos os dias quando você volta do trabalho. Já que o problema não é nosso pra quê se preocupar não é?!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Surpresas da vida!!!


Hoje de manhã acordei e simplesmente pensei:
"- É... a vida nos trás cada surpresa..."

Surpresa de dormir apaixonada por um homem..
e acordar amando outro rapaz.
De dormir passando raiva com o namorado
e acordar sabendo que gosta de persistir com ele.
De dormir com planos em mente
e acordar sonhando outros sentimentos com quem ama.
De durmir chorando por ele
e acordar de cara inchada e indignada.
De dormir se sentindo suja
e acordar maravilhada com tal amor de Deus por você.
De dormir em algumas condições
e acordar espantada porque nada é como antes.
Gosto daquela música do Legião, mas conhecida pela Cássia Éller:
"Mudaram as estações
nada mudou
Mas eu sei que alguma coisa aconteceu
Tá tudo assim, tão diferente

Se lembra quando a gente
chegou um dia a acreditar
Que tudo era pra sempre
sem saber
que o pra sempre
sempre acaba

Mas nada vai conseguir mudar
o que ficou
Quando penso em alguém
só penso em você
E aí, então, estamos bem

Mesmo com tantos motivos
pra deixar tudo como está
Nem desistir, nem tentar,
agora tanto faz...
Estamos indo de volta pra casa"

Ela me inspira...
e me ajuda a refletir um pouco em como a vida nos trás cada surpresas.


"É isso aí! Como a gente não planejou."

quarta-feira, 3 de dezembro de 2008

KAMILA-KRIS-KARINA

Amigaas!
Conhecendo o verdadeiro valor da amizade foi que eu pude perceber como foi importante ter conhecido vcs ,e
se algum dia nossos caminhos forem separados,
quero que se lembre que nos momentos mais difíceis
da minha vida você,será a lembrança que me
fará muito!


amoo vc´s!



Já vos aconteceu sentirei algo por alguém,e não sabem se é amor?Já vos aconteceu sentir "amor" a primeira vista?deu certo?Meus pensamentos...Toda a minha vida,ouvi falar em amor a primeira vista,tambem sempre ouvi falar de amor,mas será que muitas pessoas que falam sobre isso sabem o que realmente isso significa?Para ser sincero acho que não,para mim o verdadeiro amor é uma coisa linda,uma coisa que não se pode explicar,porque nao tem explicação.Mas mesmo assim vou dizer a minha opinião,sobre o assunto,é possível que vocês ao lerem isto digam que não e nada assim,que acham isto uma estupidez,porque?porque somos diferentes,temos pensamentos diferentes e agimos de maneira diferente.a minha opinião...o verdadeiro amor para mim,é quando duas pessoas se conhecem,(não importante sua cor,sua religião...) e vão conhecendo-se aos poucos e poucos,ao longo do convívio vão se interessar mais uma pela outra,por verem que ambas partilham os mesmos gostos,opiniões,(não estou a dizer com isto que são pessoas iguais,porque não são,ninguém é igual)...O/a nosso/a companheiro/a torna-se uma pessoa querida,podemos dizer que é a nossa cara metade,podem ser iguais/parecidos em quase tudo o que fazem,a pessoa apaixona-se pelo interior da outra,pela sua personalidade,a sua maneira de estar...para mim esse é o verdadeiro amor,nunca morre essa chama que se sente,é dificil de se apagar tal sentimento,essas duas pessoas conhecem-se mutuamente,e possivel que a parece algo que se pensa ser sobrenatural,é possivel sentirem que algo esta mal com o companheiro/a se ele necessita de alguma coisa,se esta bem...,os psicólogos chamam a isso de cumplicidade.se essa relação tiver futuro,imaginem o casamento,morar com outra pessoa na mesma casa,partilhando o mesmo espaço físico,vai ser agradável,porque a outra pessoa e nos comum,até da mesma maneira que nós,é na boa!!!a paixão para mim, ja é diferente,é quando duas pessoas se conhecem e se apaixonam,pode ser o chamado "amor a primeira vista" mas ao desenrolar do tempo vemos que não temos muito em comum com essa pessoa,ela pode fazer coisas,agir de uma maneira que é natural nela mas para nos e um absurdo,pensamos ai,sera que é esta pessoa que nós dizemos que estamos apaixonados?aos passar o tempo encontra-se mais diferenças e é possível um afastamento por parte de um,ou mesmo de ambas,o que se sente,por facadas dadas em pontos não comuns do nosso/a amado/a, vai diminuir,ate a chama apagar.hoje em dia as pessoas utilizam muitas vezes a palavra "amo-te"mas quantas delas sabe o que isso na realidade significa?quandas delas ja disseram essa palavra a muita gente,quantas delas é que começaram a ter um relacionamento e no dia seguinte ja dizem que amam mesmo muito essa pessoa,quando vários campos são desconhecidos?quantas?quantas pessoas é que sentem uma paixão tão forte e pensam que é amor?as vezes ate fazem um esforço para mudar a sua personalidade para agradar ao companheiro/a,mas ate quando é que essa mentira ira durar?As vezes vemos uma pessoa com o/a seu companheiro/a a namorar e parecem-nos felizes,mas passado um tempo vemos a mesma pessoa com companheiro/a diferente,a fazerem o mesmo tipo de coisas,ai pensamos,isto é que é o Amor???vjo que muita gente da minha idade,não sabem o que é o amor,pensam que sabem,mas não,quando descobrirem vão ver que é lindo...pensem sobre a questão,não cometam decisões sem pensar primeiro,não se esqueçam que as pessoas que mais gostam de nós é as pessoas que mais sofrem.

Ei! Sorria... Mas não se esconda atrás desse sorriso...Mostre aquilo que você é, sem medo.Existem pessoas que sonham com o seu sorriso, assim como eu.Viva! Tente! A vida não passa de uma tentativa.Ei! Ame acima de tudo, ame a tudo e a todos.Não feche os olhos para a sujeira do mundo, não ignore a fome!Esqueça a bomba, mas antes, faça algo para combatê-la, mesmo que se sinta incapaz.Procure o que há de bom em tudo e em todos.Não faça dos defeitos uma distancia, e sim, uma aproximação.Aceite! A vida, as pessoas, faça delas a sua razão de viver.Entenda! Entenda as pessoas que pensam diferente de você, não as reprove.Ei! Olhe... Olhe a sua volta, quantos amigos...Você já tornou alguém feliz hoje?Ou fez alguém sofrer com o seu egoísmo?Ei! Não corra. Para que tanta pressa? Corra apenas para dentro de você.Sonhe! Mas não prejudique ninguém e não transforme seu sonho em fuga.Acredite! Espere! Sempre haverá uma saída, sempre brilhará uma estrela.Chore! Lute! Faça aquilo que gosta, sinta o que há dentro de você.Ei! Ouça... Escute o que as outras pessoas têm a dizer, é importante.Suba... faça dos obstáculos degraus para aquilo que você acha supremo,Mas não esqueça daqueles que não conseguem subir a escada da vida.Ei! Descubra! Descubra aquilo que há de bom dentro de você.Procure acima de tudo ser gente, eu também vou tentar.Ei! Você... não vá embora.Eu preciso dizer-lhe que... te adoro, simplesmente porque você existe.

segunda-feira, 1 de dezembro de 2008

O VERDADEIRO SENTIDO DA VIDA


Cada um de nós encontra em sua vida um ser especial. Às vezes é um avô, um professor, um amigo de família.

Uma pessoa mais velha, paciente e sábia, que se interessou por nós e nos compreendeu quando éramos jovens, inquietos e inseguros.
Uma pessoa que nos fez olhar o mundo de um outro ângulo. Uma pessoa que com seus conselhos e seu afeto nos fez encontrar nosso caminho.
Assim aconteceu ao jovem Mitch Albom que se tornaria o colunista esportivo numero um da América.
Durante os anos universitários, um professor lhe foi um grande amigo. Esse amigo lhe ensinou a amar os livros de forma autêntica.
Mesmo fora dos horários das aulas, eles se encontravam para discutir assuntos sérios. Assuntos como as relações humanas. Nessas ocasiões, o professor lhe dava lições extraordinárias de vida.
Certo dia, porque o aluno se queixava do choque entre o que a sociedade esperava dele e o que ele queria para si mesmo, o professor lhe falou:
A vida é uma série de puxões para a frente e para trás. Queremos fazer uma coisa, mas somos forçados a fazer outra. Algumas coisas nos machucam, apesar de sabermos que não deviam. Aceitamos certas coisas mesmo sabendo que não devemos aceitar nada como absoluto.
Mas o amor, dizia ele, o amor vence sempre.
Quando saiu da universidade, Mitch era um jovem idealista. Prometera a si mesmo que jamais trabalharia por dinheiro, que se alistaria nos corpos da paz, que viveria em lugares belos e inspiradores.
Mas os anos passaram e ele acabou trocando montes de sonhos por cheques cada vez mais gordos.
Então, um dia, dezesseis depois, ele tornou a encontrar o seu professor. Bem mais velho e doente.
Eram os seus últimos meses de vida. Durante 14 semanas, até a sua morte, trataram de temas fundamentais para a felicidade e a realização humana.
Era a última grande lição: um ensinamento sobre o sentido da vida.
E o jornalista re-avaliou sua vida. Refletiu sobre as verdades ensinadas pelo professor, como a da necessidade de buscar também o crescimento espiritual.
De deixar de se preocupar tanto com coisas materiais e observar o universo ao seu redor. O universo das afeições. A natureza que nos cerca.
A mudança que se opera nas árvores, a força do vento, as estações do ano.
E o velho mestre, caminhando para o túmulo arrastado por enfermidade incurável, finalizou a última grande lição ao seu antigo aluno com a frase:
- Meu filho, quando se aprende a morrer, se aprende a viver.
A vida física é uma breve etapa. Sabedoria é ser aberto para as coisas belas que ela nos oferece. Para isso é preciso ignorar o brilho dos valores que a propaganda nos passa.
É preciso prestar atenção quando os entes queridos falam, como se fosse a última vez que os ouvisse.
É preciso andar com alegria como se fosse a última vez que pudéssemos estar de pé e nos servir das nossas pernas.
E, acima de tudo, lembrar que sempre é tempo de mudar.